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Remo desembolsa quase R$ 5 milhões com técnicos em um ano

As mudanças no comando técnico tiveram um peso milionário nas contas do Remo. Em…

Por Marcos Eduardo · 2 min de leitura
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Guto Ferreira | Samara Miranda, ascom Remo
Guto Ferreira | Samara Miranda, ascom Remo
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As mudanças no comando técnico tiveram um peso milionário nas contas do Remo. Em aproximadamente um ano, o clube chegou a cerca de R$ 4,9 milhões em valores relacionados a comissões técnicas, acordos e rescisões, envolvendo António Oliveira, Guto Ferreira, Juan Carlos Osório e Léo Condé.

O levantamento foi feito pelo jornalista Lucas Quirino. Um detalhe importante é que nem todo o montante representa multas por demissão: aproximadamente R$ 609 mil são referentes ao acordo de salários e premiações de Guto Ferreira e sua comissão, após o treinador conduzir o Leão ao acesso à Série A.

Remo

Como o Remo chegou aos R$ 4,9 milhões?

A sequência começou com António Oliveira, demitido em setembro de 2025 durante a Série B. O acordo envolvendo o português e sua comissão ficou em aproximadamente R$ 1,4 milhão. Na sequência, Guto Ferreira assumiu e participou da arrancada que terminou com o acesso.

Embora não tenha sido demitido, o encerramento da passagem gerou o acordo de R$ 609 mil envolvendo salários e premiações. Esses compromissos já foram quitados e homologados judicialmente. Em 2026, Juan Carlos Osório iniciou a temporada, mas permaneceu somente três meses. Os valores relacionados à comissão do colombiano chegaram a aproximadamente R$ 1,7 milhão.

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Quanto a saída de Léo Condé ainda custará?

O compromisso mais recente envolve Léo Condé, desligado em 15 de setembro. O acordo ficou em torno de R$ 1,2 milhão e será pago de forma parcelada. O presidente Antônio Carlos Teixeira, o Tonhão, já confirmou que a primeira parcela foi quitada. Somados, apenas os valores relacionados a António Oliveira, Osório e Condé chegam a cerca de R$ 4,18 milhões.

Ao acrescentar o acordo da comissão de Guto Ferreira, a conta se aproxima dos R$ 4,9 milhões no período analisado. Agora, o comando está nas mãos de Thiago Carpini, contratado para dirigir o Leão na reta final do Brasileirão. Além do desafio esportivo de buscar a permanência na Série A, a sequência de mudanças mostra como decisões envolvendo treinadores também produzem impacto direto no planejamento financeiro azulino.

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Léo Condé, treinador do Remo
Foto: Samara Miranda / Ascom Remo
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