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Léo Condé aponta dificuldade do Remo e pede união em momento decisivo

A derrota por 2 a 1 para o Fluminense, neste sábado (22), no Maracanã,…

Por Marcos Eduardo · 4 min de leitura
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Léo Condé, Remo
Léo Condé, Remo
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A derrota por 2 a 1 para o Fluminense, neste sábado (22), no Maracanã, levou Léo Condé a fazer uma análise detalhada da estratégia utilizada pelo Remo. O treinador explicou por que o Leão adotou uma postura de maior proteção defensiva, apontou o que faltou para a equipe conseguir um resultado melhor e fez um alerta sobre a sequência decisiva na luta contra o rebaixamento.

Para Condé, o plano inicial funcionou principalmente no primeiro tempo. O Remo conseguiu fechar espaços, suportou a posse de bola tricolor e ainda abriu o placar com Jajá. Depois do intervalo, porém, o Fluminense aumentou a pressão e conseguiu a virada.

Condé explica estratégia do Remo no Maracanã

Léo Condé afirmou que a comissão técnica já esperava encontrar um adversário capaz de controlar a bola durante boa parte da partida. Por isso, o Remo entrou preparado para atuar por longos períodos sem a posse.

“O Fluminense tem privilégio em termos de posse de bola, não é só em relação ao Remo, é em relação a toda competição, é um time que tem mais posse de bola no Campeonato Brasileiro”, destacou.

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A estratégia passava por proteger principalmente a região central e diminuir os espaços disponíveis para os jogadores de criação do adversário. Apesar do volume tricolor, Condé considerou que o Remo conseguiu executar uma parte importante do planejamento. O problema apareceu quando o Leão recuperava a bola.

“A gente tinha que aproveitar melhor as transições”

Para o treinador, faltou transformar as recuperações de posse em ataques mais perigosos. O Remo encontrou alguns espaços para contra-atacar, mas não conseguiu aproveitar as oportunidades da maneira esperada.

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“A gente tinha que aproveitar melhor as transições. A gente conseguiu encaixar umas duas ou três boas transições, mas a bola passou um pouquinho. Faltou mais, no sentido de, quando a gente tivesse condições de ganhar campo, ficar um pouco mais com a bola”, ressaltou.

Essa dificuldade aumentou no segundo tempo, quando o Fluminense passou a exercer maior pressão e obrigou o Remo a permanecer mais tempo próximo da própria área.

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Condé explica mudanças feitas no Remo

As substituições também fizeram parte da tentativa de diminuir a pressão. Uma delas foi a entrada de David Braga. Condé explicou que procurava um jogador capaz de proteger melhor a bola e permitir que a equipe respirasse quando recuperasse a posse.

“A gente entendeu que era momento de colocar o David Braga, que é um jogador que segura mais na bola, sustenta mais a bola, mais forte, para que a gente conseguisse pelo menos segurar essa bola para sair”, pontuou.

Alef Manga e Galeano também foram utilizados. Nesse caso, além da busca por alternativas ofensivas, o desgaste físico dos jogadores que começaram a partida pesou nas decisões.

“Agora é momento-chave”

Se a derrota no Maracanã frustrou os planos do Remo, a sequência do Brasileirão abre uma oportunidade importante para uma reação. Quatro dos próximos cinco compromissos serão em Belém, cenário que aumenta a responsabilidade da equipe para conquistar os pontos necessários na luta pela permanência.

Condé não escondeu o tamanho desse momento e fez um pedido por união: “Agora é momento-chave da competição para a gente. Dentro das nossas pretensões, dentro das pretensões do clube para se manter na primeira divisão, nós vamos precisar mais do que nunca da união de todos nesse momento”, finalizou.

O primeiro desafio dessa sequência será contra o Coritiba, no dia 31, no Mangueirão. Ainda dentro do Z-4, o Remo precisará transformar o fator casa em pontos para iniciar uma reação e diminuir a pressão na reta decisiva da Série A. Entre agora no nosso canal do WhatsApp.

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