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Remo muda de patamar e movimenta mais de R$ 200 milhões em 2026; Detalhes

Remo multiplicou seu orçamento em mais de seis vezes em dois anos, valorizou a…

Por Rafaela Brasileiro · 3 min de leitura
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Camisa do Remo
Foto: Samara Miranda / Ascom Remo
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O Remo vive uma transformação financeira impulsionada pelos dois acessos consecutivos e pelo retorno à Série A após 32 anos. Segundo apuração do ge junto a uma fonte ligada ao clube, o orçamento azulino passou de R$ 38 milhões em 2024 para R$ 220 milhões em 2026, crescimento de aproximadamente 479% em apenas dois anos.

A evolução ocorreu de forma acelerada. Na Série C de 2024, o orçamento era de R$ 38 milhões. Com o acesso à Série B, saltou para R$ 90 milhões em 2025. Agora, na elite, alcançou R$ 220 milhões.

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Como o Remo passou a investir mais no futebol?

O aumento das receitas permitiu ao clube realizar operações pouco comuns em sua história recente, incluindo a compra definitiva de jogadores.

O principal exemplo é Leonel Picco. O volante argentino foi adquirido junto ao Platense por aproximadamente R$ 9 milhões, tornando-se a contratação mais cara da história azulina.

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Outro número expressivo está no uniforme. Segundo o ge, as marcas estampadas na camisa do Remo representam aproximadamente R$ 23 milhões em patrocínios nesta temporada, maior receita do gênero já alcançada pelo clube.

A evolução mostra como os acessos consecutivos mudaram a capacidade financeira do Leão e abriram espaço para investimentos maiores na montagem do elenco.

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bandeira do Remo
Foto: Raul Martins / Remo

Remo também reduziu dívida fiscal

O crescimento do orçamento veio acompanhado de uma redução significativa do passivo fiscal. A dívida, que estava na casa dos R$ 34 milhões, caiu para aproximadamente R$ 14 milhões em dois anos.

Fora das quatro linhas, investimentos também foram direcionados ao patrimônio. O clube aplicou cerca de R$ 600 mil na reforma do Ginásio Serra Freire, na sede social.

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O Baenão também recebeu intervenções em vestiários, academia, departamento de fisioterapia e outros espaços internos. Já uma reforma na Área das Mercês não está prevista atualmente, salvo o surgimento de uma parceria específica para financiar o projeto.

Os números financeiros contrastam com o momento esportivo. Mesmo vivendo um novo patamar de receitas, o Remo ainda luta contra o rebaixamento no Brasileirão.

A próxima oportunidade de reação será diante do Coritiba, no dia 31, às 20h, no Mangueirão. Para o Leão, o desafio agora é fazer o crescimento fora das quatro linhas também se transformar em estabilidade dentro de campo.

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