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Fair Play Financeiro: Remo passa por análise da CBF e resultado chama atenção

O Remo recebeu uma sinalização positiva da CBF em meio à implantação do novo…

Por Marcos Eduardo · 3 min de leitura
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Remo - Samir Xaud, presidente da CBF, em reunião sobre o Fair Play FInanceiro — Foto: Divulgação: Staff Images/CBF
Remo - Samir Xaud, presidente da CBF, em reunião sobre o Fair Play FInanceiro — Foto: Divulgação: Staff Images/CBF
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O Remo recebeu uma sinalização positiva da CBF em meio à implantação do novo sistema de controle financeiro do futebol brasileiro. De acordo com apresentação da entidade, o Leão está dentro dos parâmetros considerados adequados de equilíbrio financeiro previstos para o Fair Play Financeiro nas principais competições nacionais.

A avaliação ganha ainda mais relevância porque mais da metade dos 40 participantes das Séries A e B declarou algum tipo de dívida durante o processo de prestação de contas.

Por que a situação financeira do Remo é positiva?

A análise considera pontos como solvência, relação entre custos e receitas esportivas e índices de liquidez. Pelas informações apresentadas, o Remo atende aos parâmetros sugeridos para o novo modelo de fiscalização. Foram considerados relatórios de 2026 e balanços financeiros referentes a 2023, 2024 e 2025. A documentação atualizada foi entregue à ANRESF, agência responsável pelo controle do sistema.

Mais de 20 clubes das duas principais divisões declararam débitos envolvendo órgãos governamentais, atletas, treinadores ou outras equipes. Para o torcedor azulino, portanto, o cenário apresentado coloca o Remo em uma posição de maior tranquilidade neste primeiro momento da implantação das novas regras.

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Quais punições os clubes podem sofrer?

O modelo estabelece três verificações financeiras ao longo do ano. A análise mais recente levou em consideração as obrigações existentes até 30 de junho, enquanto a última checagem de 2026 terá 31 de outubro como data de corte. Débitos anteriores a 2026 terão um período de adaptação até 30 de novembro, com previsão apenas de advertência durante essa fase.

Já novas dívidas contraídas a partir de 1º de janeiro de 2026 estarão sujeitas à escala de sanções estabelecida pelo regulamento. As punições podem avançar de advertência pública e multa para bloqueio de receitas, transfer ban e perda de pontos. Em situações mais graves, estão previstas medidas como rebaixamento e até cassação da licença.

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Nesse cenário de maior rigor sobre as contas do futebol brasileiro, estar dentro dos indicadores estabelecidos representa uma notícia importante para o Remo. O desafio será preservar o equilíbrio enquanto mantém os investimentos necessários para competir na Série A.

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Tonhão, presidente do Remo
Foto: Divulgação / Remo
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