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Remo: Tonhão abre o jogo sobre saídas de Guto Ferreira e Pedro Rocha

O presidente do Remo, Antônio Carlos Teixeira, o Tonhão, revelou novos detalhes sobre dois…

Por Marcos Eduardo · 3 min de leitura
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Presidente Tonhão (segundo à direita) defende equipe e destaca importância do próximo jogo contra o CRB para o futuro do clube. | Samara Miranda, ascom Remo
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O presidente do Remo, Antônio Carlos Teixeira, o Tonhão, revelou novos detalhes sobre dois episódios que marcaram o planejamento do clube depois do acesso à Série A: as saídas do técnico Guto Ferreira e do atacante Pedro Rocha. Segundo o dirigente, questões contratuais e financeiras tiveram peso nas duas negociações.

As declarações foram repercutidas pelo jornalista Magno Fernandes. No caso de Guto, Tonhão afirmou que houve um entrave específico durante as conversas para renovação e que só tomou conhecimento de determinadas circunstâncias posteriormente.

Técnico remista Guto Ferreira (Foto: Reprodução/Remo TV)

O que aconteceu na negociação com Guto Ferreira?

Guto Ferreira assumiu o Remo durante a Série B de 2025 e terminou a temporada conquistando o acesso. Mesmo com o objetivo alcançado, treinador e clube não chegaram a um acordo para a continuidade. Tonhão afirmou que a condução das tratativas foi prejudicada por uma situação relacionada ao novo contrato.

Naquele momento, o então executivo Marcos Braz estava à frente das negociações: “A não permanência do Guto foi uma razão. A negociação foi dificultada por um motivo específico que eu só fui saber depois da saída de algumas pessoas”. A questão envolvia as condições contratuais e o impacto financeiro que um novo acordo teria para o Remo em sua preparação para disputar a Série A.

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Pedro Rocha queria permanecer no Remo?

De acordo com Tonhão, o cenário envolvendo Pedro Rocha foi diferente. O atacante tinha interesse em continuar, mas indicou que o Remo precisaria melhorar sua estrutura. Além disso, houve uma pedida elevada de luvas para pagamento imediato.

“A situação do Pedro Rocha foi diferente. Ele tem profissionais que trabalham com ele, e ele falou para mim que o Remo precisaria melhorar sua estrutura para o Remo melhorar, e isso ele foi bem claro. Isso valorizou a pedida dele, que já tinha uma negociação com o Coritiba, mas ele tinha o interesse de ficar desde que melhorasse algumas coisas, mas aconteceu uma pedida muito alta em termos de luvas para pagamento imediato”.

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A declaração acrescenta um novo elemento às versões que circularam desde a saída do atacante. Posteriormente, Pedro Rocha negou que tivesse solicitado para deixar o Remo e afirmou que ele e sua família gostavam de Belém.

Assim, meses depois do acesso, Tonhão apresenta a versão da presidência sobre duas decisões importantes daquele planejamento. Em ambos os casos, as condições apresentadas nas negociações acabaram impedindo a permanência de protagonistas da campanha de 2025.

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Comemoração deu o que falar | Wagner Almeida / Diádio do Pará
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