Remo: Tonhão abre o jogo sobre saídas de Guto Ferreira e Pedro Rocha
O presidente do Remo, Antônio Carlos Teixeira, o Tonhão, revelou novos detalhes sobre dois…

O presidente do Remo, Antônio Carlos Teixeira, o Tonhão, revelou novos detalhes sobre dois episódios que marcaram o planejamento do clube depois do acesso à Série A: as saídas do técnico Guto Ferreira e do atacante Pedro Rocha. Segundo o dirigente, questões contratuais e financeiras tiveram peso nas duas negociações.
As declarações foram repercutidas pelo jornalista Magno Fernandes. No caso de Guto, Tonhão afirmou que houve um entrave específico durante as conversas para renovação e que só tomou conhecimento de determinadas circunstâncias posteriormente.

O que aconteceu na negociação com Guto Ferreira?
Guto Ferreira assumiu o Remo durante a Série B de 2025 e terminou a temporada conquistando o acesso. Mesmo com o objetivo alcançado, treinador e clube não chegaram a um acordo para a continuidade. Tonhão afirmou que a condução das tratativas foi prejudicada por uma situação relacionada ao novo contrato.
Naquele momento, o então executivo Marcos Braz estava à frente das negociações: “A não permanência do Guto foi uma razão. A negociação foi dificultada por um motivo específico que eu só fui saber depois da saída de algumas pessoas”. A questão envolvia as condições contratuais e o impacto financeiro que um novo acordo teria para o Remo em sua preparação para disputar a Série A.
Pedro Rocha queria permanecer no Remo?
De acordo com Tonhão, o cenário envolvendo Pedro Rocha foi diferente. O atacante tinha interesse em continuar, mas indicou que o Remo precisaria melhorar sua estrutura. Além disso, houve uma pedida elevada de luvas para pagamento imediato.
“A situação do Pedro Rocha foi diferente. Ele tem profissionais que trabalham com ele, e ele falou para mim que o Remo precisaria melhorar sua estrutura para o Remo melhorar, e isso ele foi bem claro. Isso valorizou a pedida dele, que já tinha uma negociação com o Coritiba, mas ele tinha o interesse de ficar desde que melhorasse algumas coisas, mas aconteceu uma pedida muito alta em termos de luvas para pagamento imediato”.
A declaração acrescenta um novo elemento às versões que circularam desde a saída do atacante. Posteriormente, Pedro Rocha negou que tivesse solicitado para deixar o Remo e afirmou que ele e sua família gostavam de Belém.
Assim, meses depois do acesso, Tonhão apresenta a versão da presidência sobre duas decisões importantes daquele planejamento. Em ambos os casos, as condições apresentadas nas negociações acabaram impedindo a permanência de protagonistas da campanha de 2025.
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