Remo decreta luto de três dias; entenda

O Clube do Remo está de luto pela morte de João Carlos de Azevedo Santos, um dos nomes que marcaram a história administrativa e institucional do Leão Azul. Em nota oficial divulgada nesta semana, o clube lamentou profundamente o falecimento do azulino e destacou sua importante contribuição para o crescimento da agremiação ao longo dos anos.

Em sinal de respeito, o presidente Antônio Carlos Teixeira decretou luto oficial de três dias. Durante esse período, as bandeiras do clube permanecerão hasteadas a meio mastro em homenagem à memória de João Santos.

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O velório será realizado a partir das 19h deste domingo (28) no Memorial Max Domini (José Bonifácio, 1550). Na segunda-feira (29) o corpo será levado ao crematório às 9h20

João Santos teve atuação marcante na história do Remo

Ao longo de sua trajetória no Remo, João Carlos de Azevedo Santos participou ativamente da vida política e administrativa do clube. Sua dedicação passou pela diretoria social e também pela Junta Governativa, contribuindo em momentos importantes da história azulina.

Além disso, João Santos integrou o tradicional grupo conhecido como “Cinturão de Aço”, formado por remistas que tiveram papel relevante na defesa dos interesses e no fortalecimento institucional do clube.

O reconhecimento da diretoria reforça a importância de sua atuação e o legado deixado para as futuras gerações de azulinos.

Clube presta solidariedade à família

Na nota oficial, o Remo manifestou solidariedade aos familiares, amigos e pessoas próximas de João Santos, destacando o sentimento de tristeza compartilhado por todos que conviveram com ele.

“Momento de dor e tristeza para todos que conheceram João Carlos de Azevedo Santos. Azulino que muito contribuiu para o sucesso e crescimento do nosso Clube.”

O comunicado também ressaltou que a homenagem por meio do luto oficial representa o reconhecimento da instituição pelos serviços prestados e pelo compromisso demonstrado durante sua passagem pelo Leão Azul.

A partida de João Santos deixa uma lacuna na história do Clube do Remo, mas seu legado permanece vivo entre dirigentes, colaboradores e torcedores que acompanharam sua dedicação ao clube ao longo dos anos.