Depois da sétima derrota no Brasileirão, o treinador do Remo falou sobre a condição do time e analisou a performance dos atletas. Segundo Léo Condé, a equipe continua criando oportunidades, mas ainda falha nas finalizações, o que contribui para a posição na parte inferior da tabela.

“Nos últimos três jogos fizemos cinco gols. Infelizmente, perdemos peças importantes para jogar em casa, como o Vitor Bueno, o Taliari e o David Braga, que é reserva imediato do Vitor. Aí improvisamos o Zé Ricardo. Fora de casa ele foi muito importante e hoje se movimentou bastante, buscou espaço e pressionou a saída, mas estava improvisado.”
De acordo com o treinador, a necessidade de ajustes tem afetado o desempenho do time. Apesar do resultado negativo, ele também ressaltou o equilíbrio do confronto.

“De certa forma, não foi um jogo ruim só do Remo, também foi do Cruzeiro. Foi disputado, com muita pressão nos primeiros 20 minutos. Depois, eles, com uma capacidade grande e um elenco forte, se sobressaíram no fim do primeiro tempo.”
Condé observou que a equipe mostrou progresso na etapa final, mas novamente enfrentou o problema da imprecisão no ataque.
“No segundo tempo voltamos bem. O time pressionou. Tivemos mais chances, tentamos propor o jogo. A posse de bola foi mais ou menos igual. Faltou, talvez, a capacidade de fazer o gol, diferente deles, que fizeram.”

O treinador também se manifestou sobre o gramado do Baenão, que tem sido alvo de críticas, e defendeu a necessidade de um local fixo para as partidas, uma vez que o Mangueirão está indisponível por conta de um evento internacional no local.
“A questão já estava definida devido ao show. Acho que tem que definir um local e jogar sempre nele. Não é questão do estádio. Já jogamos bem em Salvador, no Olímpico, que são estádios onde o jogo fica mais preso, com a grama mais alta e pesada. Não foi só o Remo que sentiu”, concluiu.
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