Depois de dois jogos fora de casa, o Remo volta a Belém com um ponto, obtido no empate contra o Grêmio no último domingo (5), em Porto Alegre, em partida referente à 10ª rodada do Campeonato Brasileiro. Após o jogo, em entrevista coletiva, o técnico Léo Condé elogiou o resultado, mas expressou que o sentimento de que o resultado poderia ter sido ainda melhor também permaneceu.

“O nosso sentimento é esse, de sair daqui comemorando um ponto por ser fora de casa, jogar com o Grêmio aqui na Arena, com o apoio da sua torcida, mas, ao mesmo tempo, pelo que a gente produziu dentro do jogo, principalmente no primeiro tempo, fica o sentimento de que a gente poderia sair daqui com o resultado ainda melhor. Infelizmente, desperdiçamos boas oportunidades de gol, desperdiçamos o pênalti. Mas, de qualquer forma, a gente fica satisfeito de ver esse processo de evolução da equipe”, declarou Condé.
O treinador ressaltou o progresso e a estabilidade do time ao longo do jogo e expressou contentamento com a performance da equipe.

O treinador azulino foi questionado sobre a escolha de Alef Manga para cobrar o pênalti, em vez de Pikachu, que sofreu a falta e também é batedor. Léo Condé declarou que já estava decidido que o jogador número 11 do Leão Azul seria o responsável pela cobrança do jogo, e foi por isso que ele a executou.
“Para essa partida, ele era o cobrador principal, treina muito bem. Infelizmente, do outro lado também encontrou um grande goleiro, de nível de seleção, que escolheu bem o canto, chegou muito forte na bola. Eu não acho que ele foi displicente, foi ali um pouco da qualidade do Everton. Talvez se ele tivesse mudado a batida. De qualquer forma, é passar confiança, continuar treinando, outros atletas também ficarem em condições para caso tenhamos outro tipo de cobrança ao longo da competição”, apontou o técnico azulino.
Condé não contará com Pikachu para a partida, já que ele foi expulso no segundo tempo do jogo contra o Grêmio. Contudo, o treinador está convencido de que os resultados positivos virão com o apoio da torcida e confiança.

“É passar confiança. São jogadores que nós temos para a posição [ataque], nós vamos trabalhar, treinar. O mais importante é a gente conseguir o equilíbrio defensivo e ofensivo. Tivemos uma sequência muito pesada de cinco jogos, quatro jogos fora de casa. Isso tem um peso muito grande numa competição difícil, uma equipe que foi toda remodelada. As outras equipes estão jogando o Campeonato Brasileiro, praticamente todas têm uma base, e o Remo não: mudou mais de 60% a 70% do elenco”, concluiu o treinador.
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