Após duas tentativas do ex-executivo de futebol Marcos Braz para confirmar a contratação do atacante Carlinhos, que disse não em 2025, mas teve o acordo confirmado no início de 2026, o Remo agora se depara com um sério desafio para negociar o jogador, tanto devido ao baixo desempenho apresentado quanto a uma questão financeira que surge nos bastidores.

De acordo com informações divulgadas pelo jornalista Venê Casagrande, o Cuiabá esteve perto de fechar a contratação do atacante Carlinhos, jogador do Flamengo emprestado ao Remo. Contudo, obstáculos de última hora impediram que o negócio fosse finalizado antes do fechamento da janela de transferências.
Depois de dias de negociação, o jogador aprovou a transferência na manhã de quinta-feira, porém a transação enfrentou obstáculos financeiros relacionados ao Remo. O clube paraense deve ao jogador aproximadamente R$ 500 mil. Durante a formalização do acordo para o pagamento parcelado, surgiram condições que Carlinhos não aceitou, o que impediu a conclusão da transferência dentro do prazo.
O plano incluía a rescisão do contrato com o Flamengo para que o atacante pudesse assinar oficialmente com o Cuiabá. Devido ao impasse, a negociação não foi finalizada e o jogador permanece no time azulino. Em campo, Carlinhos passa por um período discreto no Remo. Contratado como uma das apostas ofensivas para a temporada de retorno à Série A, o atacante teve poucas chances.

Sob a direção do treinador Juan Carlos Osório, jogou apenas cinco partidas, depois que o treinador saiu, o assistente Flávio Garcia dirigiu o time no clássico contra o Paysandu, no Parazão, e deu ao atleta apenas 19 minutos em campo em sua última presença, em 8 de março. Com a chegada do treinador Léo Condé, Carlinhos ainda não entrou em campo.
Até o momento, o atacante disputou seis jogos no Campeonato Paraense e marcou apenas um gol. No Brasileirão, foi convocado para o jogo contra o Internacional, porém ficou no banco de reservas. A situação se torna ainda mais complexa devido à concorrência no setor ofensivo. Além de improvisar Vitor Bueno na função, o Remo já tinha alternativas como João Pedro, Eduardo Melo e Rafael Monti.
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