Durante as negociações que podem levar o atacante Rony a Vila Belmiro por três temporadas, o Remo se apresenta como parte interessada no negócio. Por ser um dos clubes formadores do jogador, o Leão Azul recebe uma pequena porcentagem da venda, estimada em aproximadamente 2%.

Contudo, além de esperar os valores da nova negociação, o Remo também exige uma quantia devida pelo Atlético-MG, relacionada a um acordo anterior envolvendo o jogador. O diretor jurídico do clube azulino, Gustavo Fonseca, confirmou a informação ao DOL com exclusividade.

(foto: Pedro Souza/Atlético)
“O clube foi notificado e não houve pagamento”, disse o dirigente ao se referir ao caso envolvendo o clube mineiro. De acordo com Fonseca, o valor total a ser pago ao Remo é de USD 106.520,55, quantia que, na conversão monetária atual, equivale a cerca de R$ 577.671,59.

O diretor jurídico acrescentou que o pagamento deveria ser feito em parcelas, mas nenhuma delas foi paga até agora. “Ele seria pago em parcelas, mas não foi feito desde a primeira, em 30/09”, acrescentou.
Nesse sentido, o Remo espera tanto a quitação da dívida por parte do Atlético-MG quanto o repasse da porcentagem referente à transferência de Rony para o Santos. O clube do Pará continua monitorando o caso de perto, a fim de garantir valores significativos para sua estratégia financeira.
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